ESTRADA PARA A PERDIÇÃO : 14
CAPÍTULO 7 - HELLHOUND ON MY TRAIL
9:29 dia 11 do mês da Colheita. O grupo seguiu noite adentro para o acampamento valeano chegando lá no meio da madrugada. Os elfos que retornaram foram recebidos com carinho e os que ficaram para trás foram pranteados. Eles foram todos até o Guardião Elodin para relatar os acontecimentos e questionar sobre a infecção que Eldrwin e Esth agora carregam e o Flagelo anunciado pelos espíritos à Kimberly e Esth no Fade.
O guardião respondeu que ele não tinha o poder de deter a infecção embora magia pudesse retardá-la e que os únicos que conheciam a cura são os Grey Wardens e que eles compartilham esse conhecimento apenas com aqueles que se unem ao grupo. Então ele deu ordem para seu povo desmontar acampamento pois "A Floresta Bresciliana não é mais acolhedora ao nosso povo no momento". Eldrwin permaneceu no acampamento para receber sua tatuagem enquanto o grupo voltou para Vanover guiados por Aruon.
Abur e Hasz voltaram para a Marco do Percurso onde beberam e comeram antes de se recolherem, Esth e Kimberly foram para suas respectivas moradias. Esth acordou Hilda com seu trabalho febril na forja em plena madrugada e teve com ela uma conversa sobre sua iminente partida em busca da cura e se despediram emocionados. Kimberly arrumou suas coisas para viagem e foi dormir enquanto não amanhecesse para conversar com seu pai.
Na manhã seguinte todos se encontraram na casa do bann, Eldrwin com Aruon que levava um presente do guardião para Kimberly, um cajado forjado em Ironbark com cristais e inscrições que diziam que a portadora daquele cajado é amiga dos elfos. Após conversar com o pai e explicar a situação ele apresentou para ela uma convocação para um Conselho dos Banns em Griffin Nest e ambos acreditaram que estão interligadas todos os acontecimentos com a convocação. Sua mãe, Melissa, sem saber da verdadeira causa da sua partida, lhe deu um dinheiro pra comprar coisas durante a viagem pra ela, como roupas, joias e etc.
O grupo então se reuniu e partiu em viagem (não sem antes Abur e Hasz receber seu pagamento e Esth arrumar uma corrente para o amuleto de Kimberly). Logo no primeiro dia Kimberly percebeu que deveria dedicar pelo menos um terço de sua energia mágica para manter a infecção sob controle nos dois colegas. Descobriram também durante a viagem que o amuleto anão que Kimberly carregava era na verdade um estojo e continha cinco runas mágicas dentro de si.
No segundo dia de viagem começou a chover e isso fez com que o progresso diminuísse. Quando a chuva estava pesada demais para prosseguirem decidiram entrar na próxima cidade. Quando chegaram às portas da cidade de Serena eles avistaram um grupo de soldados, dentre eles o que parecia ser um qunari conjurando magia, enfrentando um grupo de darkspawns e se uniram ao combate. Tendo vencido o combate, o grupo se juntou ao qunari, Hazel (que curou o grupo de parte de seus ferimentos com magia durante o combate) ao convite do xerife da cidade, Arnold, um típico fereldeniano grandalhão simpático e com sotaque interiorano para irem à taverna de Serena.
O grupo então se reuniu e partiu em viagem (não sem antes Abur e Hasz receber seu pagamento e Esth arrumar uma corrente para o amuleto de Kimberly). Logo no primeiro dia Kimberly percebeu que deveria dedicar pelo menos um terço de sua energia mágica para manter a infecção sob controle nos dois colegas. Descobriram também durante a viagem que o amuleto anão que Kimberly carregava era na verdade um estojo e continha cinco runas mágicas dentro de si.
No segundo dia de viagem começou a chover e isso fez com que o progresso diminuísse. Quando a chuva estava pesada demais para prosseguirem decidiram entrar na próxima cidade. Quando chegaram às portas da cidade de Serena eles avistaram um grupo de soldados, dentre eles o que parecia ser um qunari conjurando magia, enfrentando um grupo de darkspawns e se uniram ao combate. Tendo vencido o combate, o grupo se juntou ao qunari, Hazel (que curou o grupo de parte de seus ferimentos com magia durante o combate) ao convite do xerife da cidade, Arnold, um típico fereldeniano grandalhão simpático e com sotaque interiorano para irem à taverna de Serena.

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