OLHO DA TEMPESTADE : 14
CAPÍTULO 10: NOVOS RUMOS - parte 1
Arsul partiu com Duncan, Alistair e Arshan - cuja presença os demais tiveram dificuldade em perceber - em direção ao sul. Durante a viagem o propósito da missão foi revelado: eles iriam para a cidade mais acessível ao caminho entre Gwaren, cidade de Loghain, e o restante do reino. O território do teyrn é separado do restante do reino pela Floresta Bresciliana e o principal caminho terrestre que os une passa pelos arredores da cidade de Vanover, com quem mantém um grande comércio. Chegando ali grupo deve conseguir informações sobre as forças e movimentações de Loghain e se possível desenvolver uma estratégia para sabotá-las.
Durante a viagem Arsul e os outros notaram as plantações do Bannorn, que terminavam à direita da estrada, doentes devido á mácula do Flagelo. Após quatro dias de viagem, à cavalo, eles alcançaram Vanover. Antes de adentrarem se dividiram em dois grupos: Duncan com sua armadura estilizada com o grifo e Arsul, um tal-vashoth de 2,50m perambulariam pela cidade chamando a atenção de todos, com o intuito de atrair a atenção de possíveis (e prováveis) espiões de Loghain na cidade enquanto Alistair e o quase imperceptível Arshan permaneceriam na surdina, observando-os.
Dessa forma Duncan e Arsul perambularam pela cidade, anunciando que eram guardiões, beberam aparentemente desleixadamente, interagiram com todo tipo de pessoa no caminho e na taverna Marco do Percurso. No dia seguinte continuaram sua boêmia aventura e foram convidados pelo bann Simon Mcgonagall para uma refeição. O bann e sua esposa, Melissa, os receberam para uma refeição agradável entre velhos conhecidos - Duncan e Simon - e a presença inusitada de uma jovem elfa chamada Gwen que é aprendiz da maga, xerife e filha do bann, Kimberly, que no momento estava na Torre do Círculo realizando uma pesquisa.
Após a refeição se reuniram apenas o bann e os guardiões para tratar de assuntos mais sérios. Falando pelo rei Cailan Duncan ofereceu reforços para Vanover para que a cidade se ponha como uma barreira no caminho de Loghain para o reino para que as forças do rei pudesse se organizar contra o Flagelo. Oferta essa que foi aceita de bom grado pelo bann que está posicionado em uma posição geográfica delicada e estratégica e que é leal ao rei.
De volta para a Marco do Percurso foram contactados por Arshan (que mal lembravam que existia) que lhes informou que estavam sendo seguidos. Arsul então serviu de isca, caminhando pouco armado e bêbado (era pra ser fingimento mas ele acabou bêbado de verdade) a caminho do puteiro. Em uma rua escura e pouco povoada foi cercado por humanos armados que tentaram fazê-lo se render por bem, mas foram surpreendidos por Duncan, Alister e Arshan e um combate teve início, foi brutal e teve fim com um dos espiões morto, dois feridos e Arsul ferido mais do que todos já que estava sem armadura (desconsiderando o sujeito que foi morto, claro).
Levaram os espiões para uma casa onde fizeram um interrogatório. O líder dos espiões, orgulhoso e leal ao teyrn, resistiu bravamente às intimidações, surras e ameaças de morte - e no fim foi morto. Mas todo esse show faz o outro espião morrer de medo e não só revelar tudo que sabia mas também se juntar aos guardiões. Segundo ele, o grupo estava de passagem e iria encontrar um mago apóstata que estaria tutelando secretamente o filho do arl Eamon Guerrin que havia despertado poderes mágicos mas cuja mãe não foi capaz de abrir mão e mandá-lo para o círculo e convencê-lo a matar o arl por envenenamento. Eamon é a segunda maior força do reino e se fosse incapacitado, seria uma grande vantagem para Loghain. Os guardiões agora tinham uma nova missão: salvar Eamon.
Enquanto isso, longe dali, Landon viajava com Sir Jocelyn em direção ao oeste. Seguiram por dias na Estrada Imperial, mantendo o Bannorn ao sul, ora dormindo ao relento em acampamentos, ora dormindo em acomodações em vilas ou pequenas cidades. Foram bem recebidos em uma fazenda onde puderam dormir confortavelmente em um celeiro, fizeram suas refeições com a família Brian e antes de partir ganharam algumas provisões da fazenda. Lá, pela primeira vez, Landon percebeu as plantações doentes devido ao Flagelo que, ao se concentrar, podia sentir com sua percepção mágica, e alertou a família a estocar comida e conseguir proteção.
Seguiram viagem e conversaram cada vez mais à medida que Jocelyn ficava mais à vontade com sua companhia. De acordo com o templário, desde que Brandon, irmão de Landon, havia se tornado uma abominação, a filactera dele não estava funcionando apropriadamente, dando alguns rompantes ocasionais de movimento, mas não funcionando a maior parte do tempo.
Outro dia de viagem passou e os dois pararam para fazer uma refeição em uma vila onde fizeram bastante sucesso. Principalmente depois de Landon começar a curar com magia pessoas aleatórias da vila que estavam doentes ou feridas - que o fez ser cercado por um grupo de pedintes pobres aos quais ele atendeu. Até ganhou um pão caseiro como gratidão de uma senhora cujo filho moribundo ele salvou. Partiram da vila bem populares.
Quando o artefato teve um dos seus rompantes de atividade novamente o templário deixou Landon analisá-lo. O mago então começou a fazer certos ajustes mágicos de calibração considerando que a transformação do seu irmão em abominação provocou alguma alteração em seu sangue. Esse trabalho durou dois dias quando havia tempo livre, normalmente no horário que paravam para almoçar ou no final da tarde, para acampar, mas por fim foi finalizado. A partir de então o artefato deveria apontar pro seu irmão.
Durante aquela noite, Landon que sonhava com uma cena agradável (e erótica), foi visitado pelo seu irmão demônio a partir do turvo. Os dois conversaram e Landon questionou o irmão sobre sua herança, que é o que o havia levado até ali. Brandon explicou que a maior parte dela foi perdida pelos pais enquanto ambos ainda estavam na Torre do Círculo e que ele havia tomado a força o pouco que restava quando seus pais se recusaram a cedê-la. Explicou também que as abominações deformadas dominadas por demônios acontecia apenas aos magos mais fracos e que ele dividia o corpo e poder do demônio, sendo ele mesmo. Convidou Landon para se juntar a ele pois sabia que era forte o suficiente para se impor e não ser dominado, mas o irmão exitou. Manteve o convite, no entanto, e disse que se desejava juntar-se a ele, Landon deveria matar o templário e ele saberia que estava do seu lado. Mas que caso contrário que partisse e não cruzasse seu caminho. O Flagelo trará destruição ao mundo, disse, e o que restasse dele, seria governado por indivíduos poderosos como ele. Em seguida partiu do sonho do irmão, deixando-o sozinho para decidir sobre sua proposta.
Durante a viagem Arsul e os outros notaram as plantações do Bannorn, que terminavam à direita da estrada, doentes devido á mácula do Flagelo. Após quatro dias de viagem, à cavalo, eles alcançaram Vanover. Antes de adentrarem se dividiram em dois grupos: Duncan com sua armadura estilizada com o grifo e Arsul, um tal-vashoth de 2,50m perambulariam pela cidade chamando a atenção de todos, com o intuito de atrair a atenção de possíveis (e prováveis) espiões de Loghain na cidade enquanto Alistair e o quase imperceptível Arshan permaneceriam na surdina, observando-os.
Dessa forma Duncan e Arsul perambularam pela cidade, anunciando que eram guardiões, beberam aparentemente desleixadamente, interagiram com todo tipo de pessoa no caminho e na taverna Marco do Percurso. No dia seguinte continuaram sua boêmia aventura e foram convidados pelo bann Simon Mcgonagall para uma refeição. O bann e sua esposa, Melissa, os receberam para uma refeição agradável entre velhos conhecidos - Duncan e Simon - e a presença inusitada de uma jovem elfa chamada Gwen que é aprendiz da maga, xerife e filha do bann, Kimberly, que no momento estava na Torre do Círculo realizando uma pesquisa.
Após a refeição se reuniram apenas o bann e os guardiões para tratar de assuntos mais sérios. Falando pelo rei Cailan Duncan ofereceu reforços para Vanover para que a cidade se ponha como uma barreira no caminho de Loghain para o reino para que as forças do rei pudesse se organizar contra o Flagelo. Oferta essa que foi aceita de bom grado pelo bann que está posicionado em uma posição geográfica delicada e estratégica e que é leal ao rei.
De volta para a Marco do Percurso foram contactados por Arshan (que mal lembravam que existia) que lhes informou que estavam sendo seguidos. Arsul então serviu de isca, caminhando pouco armado e bêbado (era pra ser fingimento mas ele acabou bêbado de verdade) a caminho do puteiro. Em uma rua escura e pouco povoada foi cercado por humanos armados que tentaram fazê-lo se render por bem, mas foram surpreendidos por Duncan, Alister e Arshan e um combate teve início, foi brutal e teve fim com um dos espiões morto, dois feridos e Arsul ferido mais do que todos já que estava sem armadura (desconsiderando o sujeito que foi morto, claro).
Levaram os espiões para uma casa onde fizeram um interrogatório. O líder dos espiões, orgulhoso e leal ao teyrn, resistiu bravamente às intimidações, surras e ameaças de morte - e no fim foi morto. Mas todo esse show faz o outro espião morrer de medo e não só revelar tudo que sabia mas também se juntar aos guardiões. Segundo ele, o grupo estava de passagem e iria encontrar um mago apóstata que estaria tutelando secretamente o filho do arl Eamon Guerrin que havia despertado poderes mágicos mas cuja mãe não foi capaz de abrir mão e mandá-lo para o círculo e convencê-lo a matar o arl por envenenamento. Eamon é a segunda maior força do reino e se fosse incapacitado, seria uma grande vantagem para Loghain. Os guardiões agora tinham uma nova missão: salvar Eamon.
Enquanto isso, longe dali, Landon viajava com Sir Jocelyn em direção ao oeste. Seguiram por dias na Estrada Imperial, mantendo o Bannorn ao sul, ora dormindo ao relento em acampamentos, ora dormindo em acomodações em vilas ou pequenas cidades. Foram bem recebidos em uma fazenda onde puderam dormir confortavelmente em um celeiro, fizeram suas refeições com a família Brian e antes de partir ganharam algumas provisões da fazenda. Lá, pela primeira vez, Landon percebeu as plantações doentes devido ao Flagelo que, ao se concentrar, podia sentir com sua percepção mágica, e alertou a família a estocar comida e conseguir proteção.
Seguiram viagem e conversaram cada vez mais à medida que Jocelyn ficava mais à vontade com sua companhia. De acordo com o templário, desde que Brandon, irmão de Landon, havia se tornado uma abominação, a filactera dele não estava funcionando apropriadamente, dando alguns rompantes ocasionais de movimento, mas não funcionando a maior parte do tempo.
Outro dia de viagem passou e os dois pararam para fazer uma refeição em uma vila onde fizeram bastante sucesso. Principalmente depois de Landon começar a curar com magia pessoas aleatórias da vila que estavam doentes ou feridas - que o fez ser cercado por um grupo de pedintes pobres aos quais ele atendeu. Até ganhou um pão caseiro como gratidão de uma senhora cujo filho moribundo ele salvou. Partiram da vila bem populares.
Quando o artefato teve um dos seus rompantes de atividade novamente o templário deixou Landon analisá-lo. O mago então começou a fazer certos ajustes mágicos de calibração considerando que a transformação do seu irmão em abominação provocou alguma alteração em seu sangue. Esse trabalho durou dois dias quando havia tempo livre, normalmente no horário que paravam para almoçar ou no final da tarde, para acampar, mas por fim foi finalizado. A partir de então o artefato deveria apontar pro seu irmão.
Durante aquela noite, Landon que sonhava com uma cena agradável (e erótica), foi visitado pelo seu irmão demônio a partir do turvo. Os dois conversaram e Landon questionou o irmão sobre sua herança, que é o que o havia levado até ali. Brandon explicou que a maior parte dela foi perdida pelos pais enquanto ambos ainda estavam na Torre do Círculo e que ele havia tomado a força o pouco que restava quando seus pais se recusaram a cedê-la. Explicou também que as abominações deformadas dominadas por demônios acontecia apenas aos magos mais fracos e que ele dividia o corpo e poder do demônio, sendo ele mesmo. Convidou Landon para se juntar a ele pois sabia que era forte o suficiente para se impor e não ser dominado, mas o irmão exitou. Manteve o convite, no entanto, e disse que se desejava juntar-se a ele, Landon deveria matar o templário e ele saberia que estava do seu lado. Mas que caso contrário que partisse e não cruzasse seu caminho. O Flagelo trará destruição ao mundo, disse, e o que restasse dele, seria governado por indivíduos poderosos como ele. Em seguida partiu do sonho do irmão, deixando-o sozinho para decidir sobre sua proposta.


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