ESTRADA PARA A PERDIÇÂO : 33
CAPÍTULO 15 : ESTRADA PARA A PERDIÇÃO - parte 3
9:35. Inverno. No salão circular no meio do caminho um templário, Korvac, estava entre os mortos vivos (cercado) e um mago que Kimberly reconheceu como um antigo amigo e amante, Harry Lotter, que por sua vez protegia um grupo de crianças aterrorizadas (e uma delas carregava um porquinho de Anderfels apertado ao peito). Os sussurros sombrios continuava atormentando e desorientando cada um deles.
O grupo adentrou o salão somando forças com os três, em pouco tempo abateram os mortos que ali estavam. Kimberly foi abraçada pelo aliviado Harry (o melhor possível que ele pôde fazer com uma pessoa cuja pele era de pedra). Todos juntos, avançaram sem demora com Alistair, Abur e Hasz ocupando o espaço do corredor e abatendo os mortos, apesar de Kimberly subir no escudo de Esth e atirar fogo contra um grupo de mortos vivos do alto e de Eldrwin saltar com uma pirueta sobre a linha de frente e atingir um morto vivo com um disparo que fez ainda no ar. Agora haviam duas fracas fontes de luz que eram devoradas pela escuridão sobrenatural, a de Kimberly e a de Harry.
Abrindo caminho entre mais mortos vivos até por fim chegar ao centro da torre cujo espaço era maior e onde ficava a escada. O ambiente estava repleto de pedaços de corpos ainda vivos e agonizantes, que estavam atravessados nas paredes e no chão e até mesmo no teto. Os mais próximos do grupo tentavam alcançar alguém, suplicantemente, puxando suas roupas e os pés. Ali o grupo pôde ser cercado novamente, formou um círculo com as crianças (e o porquinho de Anderfels) no centro e enfrentou uma última onda de mortos vivos que, apesar de estarem aquém das capacidades do grupo, eram em número suficiente para causarem algum dano. Nada que Hazel não desse conta de compensar com seus feitiços de cura em grupo.
A batalha vencida se dirigiram para a escada que levava ao andar superior, antes que mais mortos vivos aparecessem. No entanto, a cada degrau que galgavam, os sussurros se tornavam mais intensos. A vertigem e a confusão eram tamanhas que a porta no final da escada parecia estar à milhares de degraus acima e em pouco tempo cada um deles se viu sozinho na escada escura, com apercepção distorcida, se arrastando ou engatinhando escada acima. E a subida durou o que parecia uma eternidade.
Os primeiros a conseguir chegar no andar superior foram Hazel, seguido por Kinberly e Alistair. Naquele andar a escada terminava no centro da torre (diferentemente dos andares anteriores) e estava repleto de demônios. Os sussurros sobrenaturais que causavam vertigem eram mais intensos e efetivos ali. À esquerda, havia um salão separado por um umbral cuja estrutura era coberta de símbolos mágicos (estrutura que se repetia por toda a torre mas que Kimberly nunca soube para que servia) e dentro dela estava uma velha professora, Wynne, que sustentava com sua energia um feitiço de barreira mágica que eram os símbolos gravados na estrutura. Junto dela estava um grupo de jovens estudantes que iam da mais tenra idade até a adolescência. A maga parecia esgotada e ao seu lado um mago morto jazia caído, cujo corpo havia sido drenado pelo poderoso feitiço de proteção e do lado de fora diversos demônios tentavam forçar sua entrada.
À frente o primeiro mago Irving estava suspenso no ar e preso em uma estrutura demoníaca. Ele aparentava estar exausto e ferido e um terrível demônio de vestes negras e um par de proeminentes chifres o torturava. No entanto, ao mesmo tempo que era torturado e parecia esgotado, ele mantinha um feitiço de proteção na passagem para os andares superiores, o que impedia a influência do demônio se espalhar ainda mais pela torre.
E finalmente à direita, atravessando outro umbral, onde Kimberly sabia ser o arsenal, havia um vórtex de energia negra e viscosa por onde mais demônios entravam na torre. Esse vórtex era também a fonte de toda distorção na realidade causada pela sobreposição grosseira entre o Turvo e a realidade.
Kimberly, lembrando-se do que aprendeu com o Rigor, conseguiu limpar a mente de qualquer traço de sentimento e anseio e caminhou por entre os demônios e entrou no salão protegido ao lado de sua velha mestra. Lá ela cedeu poções de lyrium e de cura para a desgastada maga e em seguida começou a lançar feitiços sobre os demônios do lado de fora. Alistair correu de encontro aos demônios e Hazel permaneceu próximo da entrada lançando feitiços à distância.
Com a entrada do trio o demônio que aparentava ser o mais poderoso cessou a tortura que praticava no Primeiro Mago e passou a comandar o ataque dos demônios. Alistair foi cercado e valentemente enfrentava seus inimigos. Pouco depois chegaram Eldrwin, Esth e Harry que se juntaram à batalha, em seguida Abur e o templário Korvac e por último o chegaram o mago Mike, o templário Franz e Hasz.
A batalha estava sendo dura e violenta e apesar da bravura dos guardiões, magos e templários, o portal que aumentava os números dos inimigos fazia com que o grupo estivesse em evidente desvantagem. Mas isso mudou quando Alistair uniu os templários em frente ao portal e juntamente com eles realizaram o ritual que aprenderam em seus treinamentos em que reforçavam a barreira entre o Turvo e o mundo físico. Em consequência toda a torre tremeu sob o espasmo agonizante do portal que se fechou em uma tremenda explosão que foi capaz de arrancar um pedaço da torre onde estava, bem como dos andares imediatamente acima e abaixo. A influência do Turvo desapareceu, bem como parte do cenário e dos sussurros e libertando Irving que se uniu aos demais rechaçando os demônios com poderosas magias.
Depois disso a batalha começou a pender para o lado dos guardiões e defensores da Torre até que por fim os demônios foram subjugados e destruídos, (após Hazel conseguir na terceira tentativa paralisar magicamente o demônio principal e facilitar a luta de todo mundo). A batalha havia sido vencida, mas causou diversas baixas, tanto entre os estudantes que pereceram durante essa rebelião de magos do sangue tanto quanto entre seus defensores.
Estava amanhecendo quando voltaram para o primeiro andar e Armand desfez a barreira que isolava a construção, acabando de uma vez com o isolamento da torre.
9:35. Inverno. No salão circular no meio do caminho um templário, Korvac, estava entre os mortos vivos (cercado) e um mago que Kimberly reconheceu como um antigo amigo e amante, Harry Lotter, que por sua vez protegia um grupo de crianças aterrorizadas (e uma delas carregava um porquinho de Anderfels apertado ao peito). Os sussurros sombrios continuava atormentando e desorientando cada um deles.
O grupo adentrou o salão somando forças com os três, em pouco tempo abateram os mortos que ali estavam. Kimberly foi abraçada pelo aliviado Harry (o melhor possível que ele pôde fazer com uma pessoa cuja pele era de pedra). Todos juntos, avançaram sem demora com Alistair, Abur e Hasz ocupando o espaço do corredor e abatendo os mortos, apesar de Kimberly subir no escudo de Esth e atirar fogo contra um grupo de mortos vivos do alto e de Eldrwin saltar com uma pirueta sobre a linha de frente e atingir um morto vivo com um disparo que fez ainda no ar. Agora haviam duas fracas fontes de luz que eram devoradas pela escuridão sobrenatural, a de Kimberly e a de Harry.
Abrindo caminho entre mais mortos vivos até por fim chegar ao centro da torre cujo espaço era maior e onde ficava a escada. O ambiente estava repleto de pedaços de corpos ainda vivos e agonizantes, que estavam atravessados nas paredes e no chão e até mesmo no teto. Os mais próximos do grupo tentavam alcançar alguém, suplicantemente, puxando suas roupas e os pés. Ali o grupo pôde ser cercado novamente, formou um círculo com as crianças (e o porquinho de Anderfels) no centro e enfrentou uma última onda de mortos vivos que, apesar de estarem aquém das capacidades do grupo, eram em número suficiente para causarem algum dano. Nada que Hazel não desse conta de compensar com seus feitiços de cura em grupo.
A batalha vencida se dirigiram para a escada que levava ao andar superior, antes que mais mortos vivos aparecessem. No entanto, a cada degrau que galgavam, os sussurros se tornavam mais intensos. A vertigem e a confusão eram tamanhas que a porta no final da escada parecia estar à milhares de degraus acima e em pouco tempo cada um deles se viu sozinho na escada escura, com apercepção distorcida, se arrastando ou engatinhando escada acima. E a subida durou o que parecia uma eternidade.
Os primeiros a conseguir chegar no andar superior foram Hazel, seguido por Kinberly e Alistair. Naquele andar a escada terminava no centro da torre (diferentemente dos andares anteriores) e estava repleto de demônios. Os sussurros sobrenaturais que causavam vertigem eram mais intensos e efetivos ali. À esquerda, havia um salão separado por um umbral cuja estrutura era coberta de símbolos mágicos (estrutura que se repetia por toda a torre mas que Kimberly nunca soube para que servia) e dentro dela estava uma velha professora, Wynne, que sustentava com sua energia um feitiço de barreira mágica que eram os símbolos gravados na estrutura. Junto dela estava um grupo de jovens estudantes que iam da mais tenra idade até a adolescência. A maga parecia esgotada e ao seu lado um mago morto jazia caído, cujo corpo havia sido drenado pelo poderoso feitiço de proteção e do lado de fora diversos demônios tentavam forçar sua entrada.
À frente o primeiro mago Irving estava suspenso no ar e preso em uma estrutura demoníaca. Ele aparentava estar exausto e ferido e um terrível demônio de vestes negras e um par de proeminentes chifres o torturava. No entanto, ao mesmo tempo que era torturado e parecia esgotado, ele mantinha um feitiço de proteção na passagem para os andares superiores, o que impedia a influência do demônio se espalhar ainda mais pela torre.
E finalmente à direita, atravessando outro umbral, onde Kimberly sabia ser o arsenal, havia um vórtex de energia negra e viscosa por onde mais demônios entravam na torre. Esse vórtex era também a fonte de toda distorção na realidade causada pela sobreposição grosseira entre o Turvo e a realidade.
Kimberly, lembrando-se do que aprendeu com o Rigor, conseguiu limpar a mente de qualquer traço de sentimento e anseio e caminhou por entre os demônios e entrou no salão protegido ao lado de sua velha mestra. Lá ela cedeu poções de lyrium e de cura para a desgastada maga e em seguida começou a lançar feitiços sobre os demônios do lado de fora. Alistair correu de encontro aos demônios e Hazel permaneceu próximo da entrada lançando feitiços à distância.
Com a entrada do trio o demônio que aparentava ser o mais poderoso cessou a tortura que praticava no Primeiro Mago e passou a comandar o ataque dos demônios. Alistair foi cercado e valentemente enfrentava seus inimigos. Pouco depois chegaram Eldrwin, Esth e Harry que se juntaram à batalha, em seguida Abur e o templário Korvac e por último o chegaram o mago Mike, o templário Franz e Hasz.
A batalha estava sendo dura e violenta e apesar da bravura dos guardiões, magos e templários, o portal que aumentava os números dos inimigos fazia com que o grupo estivesse em evidente desvantagem. Mas isso mudou quando Alistair uniu os templários em frente ao portal e juntamente com eles realizaram o ritual que aprenderam em seus treinamentos em que reforçavam a barreira entre o Turvo e o mundo físico. Em consequência toda a torre tremeu sob o espasmo agonizante do portal que se fechou em uma tremenda explosão que foi capaz de arrancar um pedaço da torre onde estava, bem como dos andares imediatamente acima e abaixo. A influência do Turvo desapareceu, bem como parte do cenário e dos sussurros e libertando Irving que se uniu aos demais rechaçando os demônios com poderosas magias.
Depois disso a batalha começou a pender para o lado dos guardiões e defensores da Torre até que por fim os demônios foram subjugados e destruídos, (após Hazel conseguir na terceira tentativa paralisar magicamente o demônio principal e facilitar a luta de todo mundo). A batalha havia sido vencida, mas causou diversas baixas, tanto entre os estudantes que pereceram durante essa rebelião de magos do sangue tanto quanto entre seus defensores.
Estava amanhecendo quando voltaram para o primeiro andar e Armand desfez a barreira que isolava a construção, acabando de uma vez com o isolamento da torre.

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