OLHO DA TEMPESTADE : 9
CAPÍTULO 7 : HELL ON HEAVEN - parte 2
9:30. Verão. Arsul, Landon e Shing desceram a escadaria do templo e no hall de entrada viram mais de uma dezena de corpos de darkspawns espalhados aos pés de duas estátuas que representavam Andraste. Nas paredes do hall estavam esculpidos ornamentos em tevene antigo bem como orações do Cântico de Andraste.
Landon e Shing se deteram ali um tempo, analisando as gravuras nas paredes enquanto Arsul seguiu em frente para o próximo salão. Lá quatro grandes estátuas de Andraste em posições diferentes se erguiam do chão ao teto e no meio de cada uma delas havia, esculpido, a estrutura de um lanterna. O tal vashoth derramou o óleo que carregava consigo em uma por uma, acendendo-as. A sala, à medida que era iluminada, revelou três portas. Quando a última lanterna foi acesa, no entanto, suas chamas se tornaram verdes e todos os três, mesmo não estando todos naquela sala, foram tomados pela sensação de desorientação e tonteira. Shing mais do que todos.
Arsul tentou apagar as chamas soprando-as, em vão. Os magos perceberam que se encontravam no Turvo e se reuniram com o colega. Uma porta dupla, posicionada diretamente do lado oposto ao qual eles haviam entrado, estava bloqueada então tentaram as outras. Elas se encontravam abertas e optaram por adentrar a da direita.
A porta dava para um corredor que virava em um ângulo reto para esquerda e prosseguia. Na intersecção havia uma porta que eles abriram. Lá havia um grupo de espíritos, homens e mulheres, que permaneciam parados de frente para porta. Cada um deles possuía uma corrente presa à perna esquerda. Landon conversou com um dos espíritos, Arshan era seu nome, que revelou que eles eram culpados do crime de traição e haviam mostrado, tempos atrás, o caminho de Heaven para as tropas orlesianas.
Landon argumentou com ele sobre o Flagelo e que ele poderia se redimir se os guiasse ao seu destino, onde poderiam encontrar fruto e provar a existência do Flagelo. Convencido o espírito abandonou sua prisão com os três, mas ao sair atraiu a presença de demônios da ira que tenham como meta punir os transgressores.
O combate com as criaturas foi duro mas lentamente o grupo conseguiu abater um a um. O espírito os guiou em frente para uma grande porta trancada. A porta não se abalavam sob os esforços para abri-la, mas haviam pequenas fendas ao redor da porta na parede deteriorada e Landon metamorfoseou-se em um gato para entrar.
Do outro lado haviam colunas sustentando o teto e um grande trono sobre o qual estava sentado um espirito igualmente colossal. Ele reconheceu "o mago" que abandonou a forma animal para conversar. Landon fez uma reverência e falou sobre o flagelo e em contrapartida o espírito fez suas perguntas. Balor era seu nome e por fim ele anunciou que o caminho adiante, para conseguir o fruto, guardava ainda alguns perigos e ofereceu como condição para abrir sua parte da porta que Landon oferecesse toda a magia que ainda tinha consigo. Landon então ofereceu toda a magia que lhe restava ao espírito que, por sua vez, reconheceu o empenho do mago e o devolveu ao seu corpo, repleto de magia, bem como os seus companheiros.
De volta no salão principal, a porta que precisavam entrar tinha em seu lado direito desenhos e runas brilhando enquanto o lado esquerdo continuava apagado. Foram então para o caminho do lado esquerdo que, possuindo uma simetria igual ao lado direito, possuía um quarto no final de um corredor dobrava em ângulo reto para a direita. Naquele quarto o tempo se encarregou de destruir tudo.
Na continuação do corredor as paredes estavam repletas de inscrições tevênicas e anãs, o que atraiu os dois magos e mais uma vez Arsul seguiu em frente e entrou na sala seguinte sozinho. A porta fechou-se atrás dele e o Cômodo até então escuro foi iluminado revelando um grande número do que a principio pareciam ser estátuas de darkspawns, mas que observando de perto ele pôde perceber serem criaturas reais, simplesmente paralisadas.
Entre as estátuas estava um homem encapuzado com diversas armas penduradas pelo corpo. Com ele Arsul conversou sobre o Flagelo, do qual ele estava ciente. O sujeito ofereceu a ajuda que o tal vashoth procurava, em abrir a porta, caso ele superasse um desafio e demonstrasse que era forte o suficiente para sobreviver ao Flagelo.
Ao aceitar o desafio um grupo de genlock passou a se mover e atacaram Arsul. Após exterminar o grupo de darkspawns, um novo grupo ganhou vida e atacou, hurlocks.
Nesse meio tempo Landon e Shing perceberam que ficaram de fora e tentaram entrar. Landon se metamorfoseou em um rato e encontrou uma passagem por uma fissura na parede do quarto anterior que o levou para onde o companheiro lutava contra os darkspawns. Ele se apresentou ao sujeito encapuzado que reconheceu ser um espírito e conversou com ele sobre o Flagelo. O espírito informou que seu companheiro se encontrava em um teste de força. Landon se juntou ao espírito e passou a observar a luta de Arsul.
Bastante ferido, Arsul prevaleceu ao desafio e foi curado por Landon e por diversas poções que bebeu. Nisso o espírito se apresentou, Khendor se chamava, e foi mão esquerda da igreja andrastiana de Ferelden e pereceu enquanto guardava o templo dos invasores orlesianos. Em seguida Khendor desapareceu com os darkspawns (tanto os que estavam de pé quanto com os que haviam sido abatidos). Naquele cômodo, que mudou de aparência depois da partida do espírito, o grupo (agora reunido pois a porta se abriu) encontrou dezenas de livros destruídos e dentre eles alguns ainda legíveis, bem como um baú trancado com um cadeado que resolveram carregar consigo (entenda-se, Arsul carregou).
9:30. Verão. Arsul, Landon e Shing desceram a escadaria do templo e no hall de entrada viram mais de uma dezena de corpos de darkspawns espalhados aos pés de duas estátuas que representavam Andraste. Nas paredes do hall estavam esculpidos ornamentos em tevene antigo bem como orações do Cântico de Andraste.
Landon e Shing se deteram ali um tempo, analisando as gravuras nas paredes enquanto Arsul seguiu em frente para o próximo salão. Lá quatro grandes estátuas de Andraste em posições diferentes se erguiam do chão ao teto e no meio de cada uma delas havia, esculpido, a estrutura de um lanterna. O tal vashoth derramou o óleo que carregava consigo em uma por uma, acendendo-as. A sala, à medida que era iluminada, revelou três portas. Quando a última lanterna foi acesa, no entanto, suas chamas se tornaram verdes e todos os três, mesmo não estando todos naquela sala, foram tomados pela sensação de desorientação e tonteira. Shing mais do que todos.
Arsul tentou apagar as chamas soprando-as, em vão. Os magos perceberam que se encontravam no Turvo e se reuniram com o colega. Uma porta dupla, posicionada diretamente do lado oposto ao qual eles haviam entrado, estava bloqueada então tentaram as outras. Elas se encontravam abertas e optaram por adentrar a da direita.
A porta dava para um corredor que virava em um ângulo reto para esquerda e prosseguia. Na intersecção havia uma porta que eles abriram. Lá havia um grupo de espíritos, homens e mulheres, que permaneciam parados de frente para porta. Cada um deles possuía uma corrente presa à perna esquerda. Landon conversou com um dos espíritos, Arshan era seu nome, que revelou que eles eram culpados do crime de traição e haviam mostrado, tempos atrás, o caminho de Heaven para as tropas orlesianas.
Landon argumentou com ele sobre o Flagelo e que ele poderia se redimir se os guiasse ao seu destino, onde poderiam encontrar fruto e provar a existência do Flagelo. Convencido o espírito abandonou sua prisão com os três, mas ao sair atraiu a presença de demônios da ira que tenham como meta punir os transgressores.
O combate com as criaturas foi duro mas lentamente o grupo conseguiu abater um a um. O espírito os guiou em frente para uma grande porta trancada. A porta não se abalavam sob os esforços para abri-la, mas haviam pequenas fendas ao redor da porta na parede deteriorada e Landon metamorfoseou-se em um gato para entrar.
Do outro lado haviam colunas sustentando o teto e um grande trono sobre o qual estava sentado um espirito igualmente colossal. Ele reconheceu "o mago" que abandonou a forma animal para conversar. Landon fez uma reverência e falou sobre o flagelo e em contrapartida o espírito fez suas perguntas. Balor era seu nome e por fim ele anunciou que o caminho adiante, para conseguir o fruto, guardava ainda alguns perigos e ofereceu como condição para abrir sua parte da porta que Landon oferecesse toda a magia que ainda tinha consigo. Landon então ofereceu toda a magia que lhe restava ao espírito que, por sua vez, reconheceu o empenho do mago e o devolveu ao seu corpo, repleto de magia, bem como os seus companheiros.
De volta no salão principal, a porta que precisavam entrar tinha em seu lado direito desenhos e runas brilhando enquanto o lado esquerdo continuava apagado. Foram então para o caminho do lado esquerdo que, possuindo uma simetria igual ao lado direito, possuía um quarto no final de um corredor dobrava em ângulo reto para a direita. Naquele quarto o tempo se encarregou de destruir tudo.
Na continuação do corredor as paredes estavam repletas de inscrições tevênicas e anãs, o que atraiu os dois magos e mais uma vez Arsul seguiu em frente e entrou na sala seguinte sozinho. A porta fechou-se atrás dele e o Cômodo até então escuro foi iluminado revelando um grande número do que a principio pareciam ser estátuas de darkspawns, mas que observando de perto ele pôde perceber serem criaturas reais, simplesmente paralisadas.
Entre as estátuas estava um homem encapuzado com diversas armas penduradas pelo corpo. Com ele Arsul conversou sobre o Flagelo, do qual ele estava ciente. O sujeito ofereceu a ajuda que o tal vashoth procurava, em abrir a porta, caso ele superasse um desafio e demonstrasse que era forte o suficiente para sobreviver ao Flagelo.
Ao aceitar o desafio um grupo de genlock passou a se mover e atacaram Arsul. Após exterminar o grupo de darkspawns, um novo grupo ganhou vida e atacou, hurlocks.
Nesse meio tempo Landon e Shing perceberam que ficaram de fora e tentaram entrar. Landon se metamorfoseou em um rato e encontrou uma passagem por uma fissura na parede do quarto anterior que o levou para onde o companheiro lutava contra os darkspawns. Ele se apresentou ao sujeito encapuzado que reconheceu ser um espírito e conversou com ele sobre o Flagelo. O espírito informou que seu companheiro se encontrava em um teste de força. Landon se juntou ao espírito e passou a observar a luta de Arsul.
Bastante ferido, Arsul prevaleceu ao desafio e foi curado por Landon e por diversas poções que bebeu. Nisso o espírito se apresentou, Khendor se chamava, e foi mão esquerda da igreja andrastiana de Ferelden e pereceu enquanto guardava o templo dos invasores orlesianos. Em seguida Khendor desapareceu com os darkspawns (tanto os que estavam de pé quanto com os que haviam sido abatidos). Naquele cômodo, que mudou de aparência depois da partida do espírito, o grupo (agora reunido pois a porta se abriu) encontrou dezenas de livros destruídos e dentre eles alguns ainda legíveis, bem como um baú trancado com um cadeado que resolveram carregar consigo (entenda-se, Arsul carregou).


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