ESTRADA PARA A PERDIÇÃO : 24
CAPÍTULO 12 - PECADOS PRETÉRITOS - parte 5
9:29. Hazel despertou simplesmente para sentir seu corpo dolorido, molhado e frio. Estava preso em uma gaiola com as mãos acorrentadas juntas afrente de seu corpo, um colar com espetos voltados para dentro inibindo seus movimentos e uma mordaça na boca. Onde seus pulsos estavam presos seu braço estava ralado em carne viva e seu pescoço ferido enquanto desacordado, pelo colar. A cabeça latejava de dor.
Estava escuro ao redor devido às pesadas nuvens de chuva que derramavam sobre a região suas águas. Um homem se aproximou da gaiola e quando estava perto o suficiente Hazel reconheceu, para seu assombro, Reinald, o humano que ele havia ajudado Lilith a roubar meses antes e que causou sua condenação.
Sorrindo Reinald lhe disse "Há quanto tempo, qunari. Sinta-se confortável e aprecie esse último dia pois amanhã você será executado". Quando Hazel tentou replicar que era um Guardião Cinzento pouco mais do que grunhidos saíram de sua mordaça o que divertiu o humano.
Hazel foi deixado na chuva, com um soldado (que se protegia sob o telhado de uma casa próxima) a vigiá-lo. No fim da tarde algumas crianças se aproximaram cautelosamente da gaiola e, um instigando o outro a superar o medo, chegaram até a gaiola e ofereceram ao tal vashoth uma maçã. Mas o soldado que o vigiava interviu e pegou a maçã para si, afugentando os garotos e se exibindo para o faminto prisioneiro enquanto mordia a fruta.
A noite trouxe ainda mais frio e a chuva se intensificou. O guarda que vigiava a gaiola se afastou para procurar abrigo em frente a taverna e Hazel só podia enxergar a sua silhueta em contraste com a luz que saída do estabelecimento. Em algum momento, durante a noite, Hazel foi despertado pela presença de um vulto junto à gaiola. Esse vulto estava encapuzado e se empenhava em abrir a fechadura. Sem muita dificuldade a pessoa destrancou a porta e inseriu seu tronco na gaiola e estendeu as mãos para o colar. Nisso, assombrado, sentindo raiva, surpresa e alívio, Hazel reconheceu Lilith olhando para ele. Com pouca dificuldade ela soltou seu pescoço, sua mordaça e suas mãos.
A elfa então fez sinal de silêncio, com o dedo em frente a boca e ajudou o tal vashoth a sair da gaiola, o que ele fez com bastante dificuldade pois seus membros estavam dormentes e ele ferido e fraco. Ela então fechou silenciosamente a porta da gaiola e o apoiou por um tempo para longe das casas até que ele pudesse caminhar sozinho. A chuva continuava caindo pesadamente sobre os dois enquanto ela o guiava através do breu e do chão alagado. Ele queria fazer perguntas e acusações, mas ela o convenceu a fazer isso quando estivessem em um lugar protegido da chuva.
Caminharam por mais de uma hora pelo que lhe parecia ser a esmo até que entraram em uma fazenda e se abrigaram em um celeiro. Lá dentro Lilith tinha suas coisas e deu a Hazel com o que secar e aquecer enquanto ela acendia um fogueira. Lá eles conversaram e ele fez suas acusações de como ela o havia enganado para cometer um roubo que lhe custou a liberdade. Ela, por sua vez, envergonhada porém resoluta explicou que não havia sido um roubo, mas que o humano havia lhe roubado.
Sua mãe foi serva na casa de Reinald, em Lothering, e cuidava da matriarca da casa. O que ela fez por muitos anos e sempre foi tratada com carinho pela patroa que lhe deu o anel de presente. O filho, no entanto, era uma pessoa mesquinha e cruel e quando a mãe morreu acusou a velha serva elfa de roubá-lo. Ela foi presa e adoeceu e morreu pouco depois na prisão sem que nenhum humano desse atenção às suas alegações. Lilith diz lamentar todos os problemas que havia causado mas não se arrependia de ter invadido a casa de Reinald naquele dia.
Ela alimentou e aqueceu Hazel e acabaram se entendendo e dormindo juntos. Na manha seguinte, com suas forças um pouco recobradas, o tal vashoth usou magia para se curar. Ela lhe explicou como ele havia sido levado para aquela aldeia por um grupo de anões que o entregaram mediante a um pagamento, a Reinald e partiram. Na manhã seguinte Curió apareceu e decidiram ir para Stormhold, atrás dos demais Guardiões. Antes de partirem no entanto Lilith lhe trouxe algumas roupas que mal o serviam e um cavalo, que "conseguiu" na fazenda.
Com orientação de Lilith eles seguiram para Stormhold onde, depois de um dia e meio de viagem, chegaram. Eles foram bem recebidos pela guarda que reconheceu Hazel pela descrição dos Guardiões Cinzentos que lá estiveram antes. Na taverna do Billy Caolho Eles se alimentaram e beberam e conheceram Fenra, a elfa que Esth havia ajudado (e Eldrwin, trepado) e ela foi gentil com eles ajudando-os a conseguirem as coisas na cidade, como roupas adequadas.
Por indicação da taverneira, Lisa, Hazel procurou o chefe da guarda, Elliot, a quem ofereceu sua habilidade mágica para curar alguns feridos. Como pagamento pediu três dos homens para acompanha-lo de volta a aldeia onde esteve preso para tirar aquela história a limpo.
Na manhã seguinte Hazel, Liilith e mais três soldados seguiram para a tal vila. A viagem, em linha reta e pela estrada, durou meio dia de cavalgada. Chegando lá eles foram interpelados pelo soldado que havia roubado a maçã a Hazel oferecida (para assombro do humano). Os guardas de Stormhold impuseram sua presença e intimidaram o sujeito.Ele se informou que Reinald partiu pouco depois que um grupo de Guardiões Cinzentos vieram procurar por ele e que os anões o havia entregado com a roupa com a qual estava preso a Reinald.
Hazel por fim, percebendo que seus pertences não estavam ali para serem recuperadas guiou o soldado da vila, que se chamava Bert, até a taverna e pediu ao taverneiro baldes de maçãs que fez o humano comer até passar mal e vomitar. Depois disso partiram de volta para a cidade fortaleza. Mais uma vez naquele dia ofereceu seus serviços para curar soldados feridos, o que fez de graça, pela ajuda que o comandante lhe concedeu.
Passaram mais uma noite na Billy Caolho, beberam e comeram tão bem quanto possível sabendo que não teriam uma refeição decente por um bom tempo. Na manhã seguinte se despediram de todos e buscaram "seu" cavalo no estábulo da cidade. Lá receberam ma boa surpresa quando o encarregado lhes entregou, em nome do comandante Elliot, um alforje reprleto de suprimentos, bem como algumas roupas para inverno e algum dinheiro, como agradecimento por ter salvado a vida de seus homens.
Depois disso pegaram estrada em direção à oeste para Orzamar. Passaram-se mais de dois meses, seguindo os rastros dos companheiros que fizeram quase o mesmo caminho e encontrando pessoas que os reconheciam pelas palavras dos Guardiões. Quando finalmente chegaram a Orzammar, maravilhados pela construção anã, foram recebidos por Tuomas, que o reconheceu pela descrição de Abur. Ele os aceitou na cidade e lá dentro, cada vez mais assombrados e maravilhados, foram guiados por Romar pela cidade enquanto o anão descrevia por alto as aventuras recentes dos Guardiões na cidade.
Por mais de uma hora caminharam pela gigantesca cidade, subindo e descendo ruas, o que deixou os visitantes confusos e desorientados. A presença dos dois também chamou a atenção de todos por onde passavam que conversavam em seu idioma, assombrados. Por fim chegaram à Barril Dourado, sob a recomendação de Romar de beber "a melhor cerveja do mundo" e votos de boa sorte. Assim que Hazel pôs os pés dentro da taverna, avistou o grupo se preparando para partir.
9:29. Hazel despertou simplesmente para sentir seu corpo dolorido, molhado e frio. Estava preso em uma gaiola com as mãos acorrentadas juntas afrente de seu corpo, um colar com espetos voltados para dentro inibindo seus movimentos e uma mordaça na boca. Onde seus pulsos estavam presos seu braço estava ralado em carne viva e seu pescoço ferido enquanto desacordado, pelo colar. A cabeça latejava de dor.
Estava escuro ao redor devido às pesadas nuvens de chuva que derramavam sobre a região suas águas. Um homem se aproximou da gaiola e quando estava perto o suficiente Hazel reconheceu, para seu assombro, Reinald, o humano que ele havia ajudado Lilith a roubar meses antes e que causou sua condenação.
Sorrindo Reinald lhe disse "Há quanto tempo, qunari. Sinta-se confortável e aprecie esse último dia pois amanhã você será executado". Quando Hazel tentou replicar que era um Guardião Cinzento pouco mais do que grunhidos saíram de sua mordaça o que divertiu o humano.
Hazel foi deixado na chuva, com um soldado (que se protegia sob o telhado de uma casa próxima) a vigiá-lo. No fim da tarde algumas crianças se aproximaram cautelosamente da gaiola e, um instigando o outro a superar o medo, chegaram até a gaiola e ofereceram ao tal vashoth uma maçã. Mas o soldado que o vigiava interviu e pegou a maçã para si, afugentando os garotos e se exibindo para o faminto prisioneiro enquanto mordia a fruta.
A noite trouxe ainda mais frio e a chuva se intensificou. O guarda que vigiava a gaiola se afastou para procurar abrigo em frente a taverna e Hazel só podia enxergar a sua silhueta em contraste com a luz que saída do estabelecimento. Em algum momento, durante a noite, Hazel foi despertado pela presença de um vulto junto à gaiola. Esse vulto estava encapuzado e se empenhava em abrir a fechadura. Sem muita dificuldade a pessoa destrancou a porta e inseriu seu tronco na gaiola e estendeu as mãos para o colar. Nisso, assombrado, sentindo raiva, surpresa e alívio, Hazel reconheceu Lilith olhando para ele. Com pouca dificuldade ela soltou seu pescoço, sua mordaça e suas mãos.
A elfa então fez sinal de silêncio, com o dedo em frente a boca e ajudou o tal vashoth a sair da gaiola, o que ele fez com bastante dificuldade pois seus membros estavam dormentes e ele ferido e fraco. Ela então fechou silenciosamente a porta da gaiola e o apoiou por um tempo para longe das casas até que ele pudesse caminhar sozinho. A chuva continuava caindo pesadamente sobre os dois enquanto ela o guiava através do breu e do chão alagado. Ele queria fazer perguntas e acusações, mas ela o convenceu a fazer isso quando estivessem em um lugar protegido da chuva.
Caminharam por mais de uma hora pelo que lhe parecia ser a esmo até que entraram em uma fazenda e se abrigaram em um celeiro. Lá dentro Lilith tinha suas coisas e deu a Hazel com o que secar e aquecer enquanto ela acendia um fogueira. Lá eles conversaram e ele fez suas acusações de como ela o havia enganado para cometer um roubo que lhe custou a liberdade. Ela, por sua vez, envergonhada porém resoluta explicou que não havia sido um roubo, mas que o humano havia lhe roubado.
Sua mãe foi serva na casa de Reinald, em Lothering, e cuidava da matriarca da casa. O que ela fez por muitos anos e sempre foi tratada com carinho pela patroa que lhe deu o anel de presente. O filho, no entanto, era uma pessoa mesquinha e cruel e quando a mãe morreu acusou a velha serva elfa de roubá-lo. Ela foi presa e adoeceu e morreu pouco depois na prisão sem que nenhum humano desse atenção às suas alegações. Lilith diz lamentar todos os problemas que havia causado mas não se arrependia de ter invadido a casa de Reinald naquele dia.
Ela alimentou e aqueceu Hazel e acabaram se entendendo e dormindo juntos. Na manha seguinte, com suas forças um pouco recobradas, o tal vashoth usou magia para se curar. Ela lhe explicou como ele havia sido levado para aquela aldeia por um grupo de anões que o entregaram mediante a um pagamento, a Reinald e partiram. Na manhã seguinte Curió apareceu e decidiram ir para Stormhold, atrás dos demais Guardiões. Antes de partirem no entanto Lilith lhe trouxe algumas roupas que mal o serviam e um cavalo, que "conseguiu" na fazenda.
Com orientação de Lilith eles seguiram para Stormhold onde, depois de um dia e meio de viagem, chegaram. Eles foram bem recebidos pela guarda que reconheceu Hazel pela descrição dos Guardiões Cinzentos que lá estiveram antes. Na taverna do Billy Caolho Eles se alimentaram e beberam e conheceram Fenra, a elfa que Esth havia ajudado (e Eldrwin, trepado) e ela foi gentil com eles ajudando-os a conseguirem as coisas na cidade, como roupas adequadas.
Por indicação da taverneira, Lisa, Hazel procurou o chefe da guarda, Elliot, a quem ofereceu sua habilidade mágica para curar alguns feridos. Como pagamento pediu três dos homens para acompanha-lo de volta a aldeia onde esteve preso para tirar aquela história a limpo.
Na manhã seguinte Hazel, Liilith e mais três soldados seguiram para a tal vila. A viagem, em linha reta e pela estrada, durou meio dia de cavalgada. Chegando lá eles foram interpelados pelo soldado que havia roubado a maçã a Hazel oferecida (para assombro do humano). Os guardas de Stormhold impuseram sua presença e intimidaram o sujeito.Ele se informou que Reinald partiu pouco depois que um grupo de Guardiões Cinzentos vieram procurar por ele e que os anões o havia entregado com a roupa com a qual estava preso a Reinald.
Hazel por fim, percebendo que seus pertences não estavam ali para serem recuperadas guiou o soldado da vila, que se chamava Bert, até a taverna e pediu ao taverneiro baldes de maçãs que fez o humano comer até passar mal e vomitar. Depois disso partiram de volta para a cidade fortaleza. Mais uma vez naquele dia ofereceu seus serviços para curar soldados feridos, o que fez de graça, pela ajuda que o comandante lhe concedeu.
Passaram mais uma noite na Billy Caolho, beberam e comeram tão bem quanto possível sabendo que não teriam uma refeição decente por um bom tempo. Na manhã seguinte se despediram de todos e buscaram "seu" cavalo no estábulo da cidade. Lá receberam ma boa surpresa quando o encarregado lhes entregou, em nome do comandante Elliot, um alforje reprleto de suprimentos, bem como algumas roupas para inverno e algum dinheiro, como agradecimento por ter salvado a vida de seus homens.
Depois disso pegaram estrada em direção à oeste para Orzamar. Passaram-se mais de dois meses, seguindo os rastros dos companheiros que fizeram quase o mesmo caminho e encontrando pessoas que os reconheciam pelas palavras dos Guardiões. Quando finalmente chegaram a Orzammar, maravilhados pela construção anã, foram recebidos por Tuomas, que o reconheceu pela descrição de Abur. Ele os aceitou na cidade e lá dentro, cada vez mais assombrados e maravilhados, foram guiados por Romar pela cidade enquanto o anão descrevia por alto as aventuras recentes dos Guardiões na cidade.
Por mais de uma hora caminharam pela gigantesca cidade, subindo e descendo ruas, o que deixou os visitantes confusos e desorientados. A presença dos dois também chamou a atenção de todos por onde passavam que conversavam em seu idioma, assombrados. Por fim chegaram à Barril Dourado, sob a recomendação de Romar de beber "a melhor cerveja do mundo" e votos de boa sorte. Assim que Hazel pôs os pés dentro da taverna, avistou o grupo se preparando para partir.


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