ESTRADA PARA A PERDIÇÃO : 5
CAPÍTULO 3 - NOVAS FERIDAS VELHAS CICATRIZES - parte 2
9:29 dia 27 do mês do desabroche. O grupo avançou pela Floresta Breciliana adentro sem muita dificuldade para identificar os rastros e marcações nas árvores deixadas por visitantes recentes. Após cerca de meia hora de caminhada avistaram o templário que também os notou. O grupo e o templário se encontraram e Kimberly, Abur e o Guiorgui se questionavam sobre estarem ali quando notaram, Kimberly e Hasz tarde demais, o ataque de aranhas gigantes. Os dois foram presos em enorme teias translúcidas enquanto os demais conseguiram evitar. E do alto das árvores desceram quatro aranhas cujos corpos eram do tamanho de pôneis.
O combate tem início, Hasz se solta da teia, Eldrwin solta Kimberly e as aranhas atacam. Abur, Esth e Hasz se ferem, o templário se fere, Eldrwin se prende em uma teia quando se afasta para atirar suas flechas (e as acerta, por sinal) e, apesar de terem dificuldade, saem vitoriosos. No instante final do combate, porém, um homem surge do nada e fere o templário com um punhal e o templário reage abrindo um longo corte com sua espada longa na barriga do sujeito, derrubando-o.
O grupo se põe entre o homem e o templário, desarmam o homem e o inquirem. Tanto o homem, que disse se chamar Éomer, quanto o templário trocaram ofensas mas com um pouco de paciência o templário se acalmou e eles conseguiram obter respostas do sujeito. Ele acusou "os templários" de terem, 11 anos atrás, quando ele era uma criança de 9 anos e morador de rua junto com a irmã mais velha, capturado sob a justificativa de levarem para o círculo, sua irmã Cecília que havia demonstrado poderes mágicos aos 10 anos de idade. Segundo Éomer eles a violentaram por dias. Ele tentou buscar ajuda da jovem e recém designada madre Ilana que aceitou a palavra dos templários veteranos e não ao do garoto. Depois que se cansaram, continuou Éomer, eles submeteram a irmã à um processo mágico na qual a transformaram em alguém sem emoções ou memórias e a levaram para a tal torre no meio do lago onde os magos ficam e ele nunca mais teve notícia dela.
Kimberly acreditou nele, lembrou de quando ela e Morten chegaram na torre do Círculo de Magos e dentre tantas coisas novas encontraram essa jovem tranquil que tinha um olho verde e outro castanho, como o homem (agora) amarrado (por Abur). Abur ficou desconfiado da lucidez de um garoto de 9 anos. O templário negou as acusações e tentou convencer o grupo de matar Éomer, mas o grupo ignorou considerando que ele já estava subjugado. O templário caiu sob efeito do veneno na ponta do punhal que se partiu quando o atingiu. Kimberly usou sua magia para curar tanto o templário quanto Éomer, cujas tripas estavam a ponto de sair pela barriga (diga-se de passagem curou Éomer bem mais do que Guiorgui).
Quando o templário se viu com forças o suficiente para levantar atacou Éomer, mas Abur impediu acertando o templário e o deixando inconsciente. O homem ainda disse que se o templário vivesse eles nunca mais veriam as pessoas desaparecidas. Sem precisar nenhum tipo de ações coerciva ele anunciou ter visto os templários levarem pessoas com sacos de pano nas cabeças para dentro da floresta. Abur procurou entre os pertences do templário e encontrou dentre outras coisas moedas de Tevinter. E sim, Éomer poderia levá-los lá, como se houvesse alguma opção de escolha para ele.
Ele, com as mãos amarradas, os guiou pela floresta por um caminho que perceberam ser frequentado. Carregaram o templário inconsciente e amarrado. Depois de pouco mais de uma hora floresta adentro eles chegaram em um vale onde avistaram grandes rochas claramente não naturais dali. Mas antes de irem adiante foram atacados por três cadáveres raivosos, dois homens e uma mulher vestida com trapos do que pareciam ser vestimenta da igreja.
Venceram e Abur seguiu adiante como batedor e observou uma mina para onde elfos amarrados entre si com cordas no pescoço eram mandados às pressas por um grupo de cinco pessoas. Ele ia avisar o restante do grupo mas foi atacado por um homem que, alertado pelos sons da batalha com os mortos quando estava de guarda, o avistou se aproximar.
Com os sons da batalha do companheiro o restante do grupo se dirigiu para as pedras e chegaram assim que Abur terminou de liquidar o inimigo e logo se engajaram em combate com o grupo composto principalmente por magos. Eldrwin impediu que um deles explodisse a entrada da mina com os elfos dentro com uma flechada certeira e os dois grupos lutaram, magias e pancadaria rolando solta. O grupo de heróis se feriu bastante mas sobrepujou o grupo inimigo deixando apenas um inconsciente para interrogatório posterior.
Na mina descobriram que ela escavava um trecho das Estradas Profundas e encontraram os elfos e também humanos presos dentro de uma área de escavação com o que, identificou Abur, serem alguns poucos veios de minério lyrium. Haviam 13 outros escravos, humanos e elfos, mortos lá dentro.
Se coordenaram para retirar os vivos e os mortos enquanto Kimberly e Hasz, esse levando o templário ainda desacordado, para Vanover em busca de ajuda. Éomer conseguiu se soltar e fugir enquanto o grupo estava em combate e exploração.
O combate tem início, Hasz se solta da teia, Eldrwin solta Kimberly e as aranhas atacam. Abur, Esth e Hasz se ferem, o templário se fere, Eldrwin se prende em uma teia quando se afasta para atirar suas flechas (e as acerta, por sinal) e, apesar de terem dificuldade, saem vitoriosos. No instante final do combate, porém, um homem surge do nada e fere o templário com um punhal e o templário reage abrindo um longo corte com sua espada longa na barriga do sujeito, derrubando-o.
O grupo se põe entre o homem e o templário, desarmam o homem e o inquirem. Tanto o homem, que disse se chamar Éomer, quanto o templário trocaram ofensas mas com um pouco de paciência o templário se acalmou e eles conseguiram obter respostas do sujeito. Ele acusou "os templários" de terem, 11 anos atrás, quando ele era uma criança de 9 anos e morador de rua junto com a irmã mais velha, capturado sob a justificativa de levarem para o círculo, sua irmã Cecília que havia demonstrado poderes mágicos aos 10 anos de idade. Segundo Éomer eles a violentaram por dias. Ele tentou buscar ajuda da jovem e recém designada madre Ilana que aceitou a palavra dos templários veteranos e não ao do garoto. Depois que se cansaram, continuou Éomer, eles submeteram a irmã à um processo mágico na qual a transformaram em alguém sem emoções ou memórias e a levaram para a tal torre no meio do lago onde os magos ficam e ele nunca mais teve notícia dela.
Kimberly acreditou nele, lembrou de quando ela e Morten chegaram na torre do Círculo de Magos e dentre tantas coisas novas encontraram essa jovem tranquil que tinha um olho verde e outro castanho, como o homem (agora) amarrado (por Abur). Abur ficou desconfiado da lucidez de um garoto de 9 anos. O templário negou as acusações e tentou convencer o grupo de matar Éomer, mas o grupo ignorou considerando que ele já estava subjugado. O templário caiu sob efeito do veneno na ponta do punhal que se partiu quando o atingiu. Kimberly usou sua magia para curar tanto o templário quanto Éomer, cujas tripas estavam a ponto de sair pela barriga (diga-se de passagem curou Éomer bem mais do que Guiorgui).
Quando o templário se viu com forças o suficiente para levantar atacou Éomer, mas Abur impediu acertando o templário e o deixando inconsciente. O homem ainda disse que se o templário vivesse eles nunca mais veriam as pessoas desaparecidas. Sem precisar nenhum tipo de ações coerciva ele anunciou ter visto os templários levarem pessoas com sacos de pano nas cabeças para dentro da floresta. Abur procurou entre os pertences do templário e encontrou dentre outras coisas moedas de Tevinter. E sim, Éomer poderia levá-los lá, como se houvesse alguma opção de escolha para ele.
Ele, com as mãos amarradas, os guiou pela floresta por um caminho que perceberam ser frequentado. Carregaram o templário inconsciente e amarrado. Depois de pouco mais de uma hora floresta adentro eles chegaram em um vale onde avistaram grandes rochas claramente não naturais dali. Mas antes de irem adiante foram atacados por três cadáveres raivosos, dois homens e uma mulher vestida com trapos do que pareciam ser vestimenta da igreja.
Venceram e Abur seguiu adiante como batedor e observou uma mina para onde elfos amarrados entre si com cordas no pescoço eram mandados às pressas por um grupo de cinco pessoas. Ele ia avisar o restante do grupo mas foi atacado por um homem que, alertado pelos sons da batalha com os mortos quando estava de guarda, o avistou se aproximar.
Com os sons da batalha do companheiro o restante do grupo se dirigiu para as pedras e chegaram assim que Abur terminou de liquidar o inimigo e logo se engajaram em combate com o grupo composto principalmente por magos. Eldrwin impediu que um deles explodisse a entrada da mina com os elfos dentro com uma flechada certeira e os dois grupos lutaram, magias e pancadaria rolando solta. O grupo de heróis se feriu bastante mas sobrepujou o grupo inimigo deixando apenas um inconsciente para interrogatório posterior.
Na mina descobriram que ela escavava um trecho das Estradas Profundas e encontraram os elfos e também humanos presos dentro de uma área de escavação com o que, identificou Abur, serem alguns poucos veios de minério lyrium. Haviam 13 outros escravos, humanos e elfos, mortos lá dentro.
Se coordenaram para retirar os vivos e os mortos enquanto Kimberly e Hasz, esse levando o templário ainda desacordado, para Vanover em busca de ajuda. Éomer conseguiu se soltar e fugir enquanto o grupo estava em combate e exploração.

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